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Neste ano de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação Conclave, que investigou a suspeita de fraude na compra de ações do banco Panamericano pela Caixa. O Panamericano, que já chegou a pertencer ao Grupo Silvio Santos, quase quebrou por causa de fraudes.

Irregularidade envolvendo donos e diretores de bancos no Brasil, como no caso do Panamericano, são quase tão antigas quanto o próprio sistema financeiro no país. Para se ter uma ideia, elas remontam à época da família real.

O sistema bancário brasileiro foi inaugurado por Dom João 6º, em 1809, com a abertura do Banco do Brasil. O objetivo era movimentar a economia local, mas acabou servindo para financiar os gastos da nobreza e emitir moeda sem nenhum controle. Foram descobertas tantas falcatruas, que, em 1829, o imperador Dom Pedro 1º fechou a instituição. O atual Banco do Brasil só seria fundado em 1905.

Algumas fraudes descobertas na época: diretores do banco comportavam-se como agiotas, tomando empréstimos com juros de 6% ao ano e os repassando no mercado a 24%. Também determinaram que o banco, já falido, pagasse dividendos (lucros) aos acionistas.

Um dos diretores que provocou a falência fugiu para os EUA levando todos os fundos de uma companhia de seguros. Parte do ouro usado como lastro da nossa moeda da época -o mil-réis- também foi levado por diretores que fugiram para a Europa.

A história é contada no livro "Dinheiro Podre – A História das Fraudes nas Instituições Financeiras do Brasil", da Editora Matrix, de Carlos Coradi e Douglas Mondo. A obra faz um levantamento de fraudes que causaram a quebra de bancos, corretoras e outras instituições financeiras.

Será que as fraudes nos bancos seria parte de um processo de deterioração ética no Brasil?

20/04/2017 - Fonte: UOL

Ciberataque que sequestra dados atingiu milhares de empresas em 74 países.

Os criminosos já receberam muitas transações em contas que somam mais de 8 bitcoins, valor que supera os R$ 45 mil. Entretanto, especialistas alertam que mesmo com o pagamento não há garantia de que os dados serão devolvidos.
 
Investigações indicam que o ataque é uma variação do malware WannaCry, que surgiu em fevereiro sem causar tanto alvoroço. É um tipo de vírus que criptografa os arquivos de uma máquina e pede um resgate para liberar o sistema. Ele é facilmente distribuído por outras máquinas Windows que usam a mesma rede. Ao entrar no computador, o vírus troca a proteção de tela para informar que arquivos foram bloqueados e pede o pagamento de US$ 300 para liberação.
 
12/05/2017 - Fonte: UOL

 

Uma Companhia de Seguros européia implantou o Bottomline CFRM para detectar fraudes internas. Um dos principais objetivos foi acompanhar a atividade de usuários de TI privilegiados, incluindo administradores de banco de dados, administradores de sistemas e programadores. Esses usuários representam uma ameaça especial devido ao seu conhecimento técnico e acesso autorizado a servidores internos e recursos do sistema. As regras de negócios do Bottomline CFRM foram implementadas para gerar alertas em tempo real sobre comportamento suspeito, como tentar atualizar dados em um banco de dados de produção por um usuário privilegiado usando um utilitário de banco de dados que não pode ser rastreado por outros meios, exceto pelo Bottomline CFRM.